A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) marcou presença, nesta segunda-feira (19), no ato que homenageou os 50 anos do assassinato de Manoel Fiel Filho, operário metalúrgico morto pela ditadura militar. A atividade reforçou a importância da preservação da memória histórica e da defesa permanente da democracia e dos direitos humanos.
Representando a CTB, participaram do ato o presidente interino da entidade, Ronaldo Leite, o secretário de Imprensa e Comunicação, Douglas Melo, e o secretário adjunto de Políticas Sociais, Esporte e Lazer, Carlos Rogério Nunes.
O ato reuniu entidades sindicais, movimentos sociais e organizações de direitos humanos em um momento de reflexão e resistência. As manifestações destacaram a necessidade de manter viva a memória das vítimas da ditadura militar e reafirmaram o compromisso com a verdade histórica.
Durante a atividade, os participantes ressaltaram que os crimes cometidos no período autoritário não podem ser apagados ou relativizados, reforçando a luta por justiça, democracia e respeito aos direitos fundamentais. O ato também simbolizou a continuidade da mobilização social para que episódios como o assassinato de Manoel Fiel Filho jamais se repitam.
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) marcou presença, nesta segunda-feira (19), no ato que homenageou os 50 anos do assassinato de Manoel Fiel Filho, operário metalúrgico morto pela ditadura militar. A atividade reforçou a importância da preservação da memória histórica e da defesa permanente da democracia e dos direitos humanos.
Representando a CTB, participaram do ato o presidente interino da entidade, Ronaldo Leite, o secretário de Imprensa e Comunicação, Douglas Melo, e o secretário adjunto de Políticas Sociais, Esporte e Lazer, Carlos Rogério Nunes.
O ato reuniu entidades sindicais, movimentos sociais e organizações de direitos humanos em um momento de reflexão e resistência. As manifestações destacaram a necessidade de manter viva a memória das vítimas da ditadura militar e reafirmaram o compromisso com a verdade histórica.
Durante a atividade, os participantes ressaltaram que os crimes cometidos no período autoritário não podem ser apagados ou relativizados, reforçando a luta por justiça, democracia e respeito aos direitos fundamentais. O ato também simbolizou a continuidade da mobilização social para que episódios como o assassinato de Manoel Fiel Filho jamais se repitam.






