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José Eduardo Antunes, 2° vice-presidente da CTB Paraná.
A filiação do Sindicato dos Trabalhadores Empregados na Administração e nos Serviços de Capatazia dos Portos, Terminais Privativos e Retroportuários no Estado do Paraná (SINTRAPORT) à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) é um passo importante para a organização dos trabalhadores portuários e para a atuação da nossa central no Paraná.
Recebemos uma entidade com mais de 60 anos de história, que reúne diferentes gerações de trabalhadores. O SINTRAPORT já teve mais de mil associados e conta hoje com cerca de 308 sócios. Esses números fazem parte da trajetória de um sindicato que segue presente na defesa da categoria.
Como explicou o presidente do SINTRAPORT, Rodrigo Vanhoni, a decisão de se filiar à CTB nasceu da percepção de que as lutas dos trabalhadores precisam de mais união e força coletiva. A participação em uma central sindical amplia as possibilidades de articulação com outras categorias que enfrentam desafios semelhantes, como a mobilização pelo fim da escala 6×1.
O apoio da CTB aos portuários durante a mobilização relacionada ao Projeto de Lei nº 733/2025 também contribuiu para essa aproximação. Foi em um momento concreto de luta que construímos uma parceria agora fortalecida pela filiação.
Para nós, a chegada do SINTRAPORT tem ainda um significado histórico. Os trabalhadores portuários estiveram entre as forças que ajudaram a construir a CTB, em 2007. São uma categoria com tradição de organização e mobilização. Ao integrar a central, o sindicato reafirma esse vínculo e amplia nossa capacidade de agir em conjunto.
Como presidente do Sindicato dos Conferentes de Carga e Descarga nos Portos do Estado do Paraná (CONFEPAR) e vice-presidente da CTB Paraná, sei que os desafios do setor portuário exigem diálogo permanente entre as entidades e disposição para a luta coletiva. Queremos somar forças na defesa dos direitos dos trabalhadores, das reivindicações da categoria e dos portos públicos.
Dou as boas-vindas ao SINTRAPORT e aos seus associados. Seguiremos juntos, com respeito à trajetória de cada entidade e com a convicção de que a unidade fortalece a voz dos trabalhadores.







