21 de janeiro: CTB reafirma compromisso com a liberdade religiosa

O busto de Mãe Gilda no bairro de Itapuã, em Salvador, é símbolo da luta contra a intolerância religiosa / Secom / Governo da Bahia.

Respeito à diversidade de crenças é essencial para a democracia e para a justiça social

O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, celebrado em 21 de janeiro, reforça a importância do respeito à diversidade de crenças e da convivência democrática em uma sociedade plural como a brasileira. A data chama a atenção para a necessidade de enfrentar o preconceito, o ódio e a violência motivados por questões religiosas, que ainda atingem milhares de pessoas no país.

O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, celebrado em 21 de janeiro, foi estabelecido pela Lei 11.635/2007 para prestar uma homenagem à Ialorixá Mãe Gilda, figura emblemática na luta contra a violência religiosa. Ela e seu terreiro em Salvador sofreram ataques que levaram ao seu falecimento, destacando a urgência de enfrentar o preconceito religioso e assegurar a liberdade de crença, um direito garantido pela Constituição Brasileira.

Casos de intolerância religiosa seguem sendo registrados em diferentes regiões do Brasil, afetando principalmente religiões de matriz africana, mas também outras expressões religiosas. Essas práticas violam direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal e enfraquecem os princípios democráticos.

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) reafirma seu compromisso histórico com a defesa dos direitos humanos, da liberdade de crença e da laicidade do Estado. Para a central sindical, nenhuma fé — ou ausência dela — deve ser motivo de discriminação, perseguição ou violência.

A CTB defende que o combate à intolerância religiosa deve passar pela educação, pelo diálogo inter-religioso e por políticas públicas eficazes, além da punição rigorosa aos crimes de ódio. Promover o respeito às diferenças é essencial para a construção de um país mais justo, solidário e igualitário.

Nenhuma fé deve ser alvo de ódio ou violência. A liberdade religiosa é um direito fundamental e precisa ser respeitada todos os dias!

Neste 21 de janeiro, a central conclama os trabalhadores e trabalhadoras, movimentos sociais e toda a sociedade a se unirem na luta contra qualquer forma de intolerância, reafirmando os valores da democracia, do respeito e da convivência pacífica entre diferentes crenças.

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