Abertura do Março Mulher 2026 mobiliza centrais sindicais contra o feminicídio e pela igualdade salarial

O Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais (FNMT-CS) realiza, no dia 2 de março de 2026, a abertura do Março Mulher com uma grande mobilização na capital paulista. A atividade será marcada por panfletagem e diálogo com a população, reforçando a importância do combate ao feminicídio, da defesa da Política Nacional do Cuidado e da garantia da igualdade salarial entre homens e mulheres.

A concentração está marcada para às 6h30 da manhã, na Estação Brás, no Largo da Concórdia, um dos principais pontos de circulação de trabalhadores e trabalhadoras da cidade.

A iniciativa reúne as centrais sindicais que compõem o Fórum, entre elas a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, além de outras entidades do movimento sindical, em uma ação unificada em defesa da vida das mulheres e da justiça social no mundo do trabalho.

Mobilização em defesa da vida e do trabalho digno

A atividade marca o início de uma agenda de ações ao longo do mês de março, período historicamente dedicado à luta das mulheres. Entre as principais bandeiras levantadas pelo Fórum estão:

  • Combate ao feminicídio e a todas as formas de violência contra as mulheres;
  • Defesa e valorização da Política Nacional do Cuidado;
  • Igualdade salarial entre homens e mulheres;
  • Promoção da equidade e da justiça no mundo do trabalho.

Segundo o FNMT-CS, a mobilização busca dialogar diretamente com a classe trabalhadora, ampliando a conscientização sobre a necessidade de políticas públicas efetivas que garantam proteção, direitos e condições dignas às mulheres brasileiras.

Março de luta e resistência

A abertura do Março Mulher 2026 reafirma o compromisso das centrais sindicais com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Para a CTB e demais entidades que compõem o Fórum, o enfrentamento à violência de gênero e às desigualdades estruturais no mercado de trabalho exige mobilização permanente e unidade de ação.

A expectativa é que a panfletagem no Brás marque o início de um mês de intensas atividades políticas e formativas, fortalecendo a organização das mulheres trabalhadoras e ampliando a pressão por avanços concretos nas políticas de proteção e valorização do trabalho feminino.

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