A 3ª Conferência “O Enfrentamento dos Trabalhadores ao Neoliberalismo e ao Fascismo”, que acontece no próximo dia 27 de março, às 14h, em Porto Alegre, terá como principal destaque a participação do presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo. Inserida na programação da I Conferência Internacional Antifascista pela Soberania dos Povos, a atividade reúne lideranças sindicais e políticas do Brasil e do exterior para debater estratégias de organização e resistência diante do avanço do neoliberalismo e de forças autoritárias. No centro desse debate, a intervenção de Araújo deve reforçar a necessidade de unidade da classe trabalhadora e de fortalecimento da luta sindical em escala nacional e internacional. Reconhecido como uma das principais vozes do sindicalismo classista no país, Adilson Araújo representa a CTB em diferentes espaços da conferência, evidenciando o protagonismo da central na construção de uma agenda global de enfrentamento ao fascismo e defesa da soberania dos povos. Além da participação na mesa da tarde, o dirigente também integra a atividade das centrais sindicais realizada na manhã do dia 27, às 9h, no Sindicato dos Bancários de Porto Alegre. Com o tema “Fascismo: o inimigo comum da classe trabalhadora”, o encontro propõe a articulação entre organizações sindicais nacionais e internacionais, com troca de experiências e construção de estratégias comuns de resistência. A conferência da tarde contará ainda com a presença de lideranças como Quintino Severo, Hugo Godoy, Carlos Martinez, Aitor Mugia, Humberto Montes de Oca e a eurodeputada francesa Leila Chaibi. A mediação será de Fátima Silva. Com programação entre os dias 26 e 29 de março, a conferência internacional reúne movimentos sociais, lideranças políticas e sindicais para discutir temas como imperialismo, meio ambiente, tecnologia, direitos civis, antirracismo e democracia. A abertura inclui o Fórum de Autoridades Antifascistas e uma marcha no centro da capital gaúcha, enquanto o encerramento será marcado pela aprovação da Carta de Porto Alegre. Ao participar ativamente das atividades, Adilson Araújo reafirma o papel da CTB na articulação internacional da classe trabalhadora, contribuindo para a construção de respostas coletivas frente às desigualdades sociais, à retirada de direitos e ao avanço de ideologias autoritárias em diferentes países.






