A contagem regressiva já começou faltam apenas 14 dias para a grande marcha da classe trabalhadora em Brasília, marcada para o próximo 15 de abril, no âmbito da Conferência da Classe Trabalhadora, a Conclat 2026. Com concentração prevista para as 8h no Teatro Nacional Cláudio Santoro, a mobilização ganha caráter de urgência e já movimenta sindicatos, federações e centrais em todo o país.
Organizada pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), em conjunto com outras centrais sindicais, a marcha promete reunir milhares de trabalhadores e trabalhadoras em defesa de direitos, da democracia, da soberania nacional e de condições dignas de vida.
Pressão nas ruas e unidade sindical
A mobilização integra uma agenda estratégica da Conclat 2026, que reafirma a unidade do movimento sindical brasileiro diante dos desafios atuais do mundo do trabalho. A expectativa é de que a marcha em Brasília se consolide como um dos maiores atos do ano, ampliando a pressão popular sobre o governo e o Congresso Nacional.
Entre as principais reivindicações que estarão nas ruas estão:
- Redução da jornada de trabalho
- Fim da escala 6×1
- Combate ao feminicídio
- Enfrentamento da pejotização
- Fortalecimento da agricultura familiar
- Valorização do trabalho rural assalariado
- Defesa da paz e contra a guerra
- Fortalecimento das negociações coletivas
- Garantia do direito de negociação para servidores públicos
Mobilização cresce em todo o país
A poucos dias do ato, entidades intensificam a convocação em suas bases, organizando caravanas rumo à capital federal. A orientação é clara: ampliar a participação e garantir uma forte demonstração de unidade da classe trabalhadora.
A marcha da Conclat surge como um momento decisivo para recolocar na pauta nacional temas fundamentais para quem vive do trabalho, em um cenário de transformações profundas nas relações laborais.
Com o prazo se aproximando rapidamente, lideranças sindicais reforçam o chamado: é hora de mobilizar, dialogar e ocupar as ruas de Brasília.



