Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou na tarde desta quinta-feira um reajuste salarial de 5% para os professores da rede estadual a partir do mês de setembro. Mas a categoria não aceitou e deve continuar em greve.
O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe) disse que o aumento concedido ao corpo docente não cobre nem as perdas com a inflação. A categoria pedia 26% de reajuste e a proposta inicial do secretário estadual de Educação, Wilson Risolia, era de 3,5%. O sindicato vai decidir nesta sexta-feira se acabam ou não com a greve. O corpo docente
O projeto de criação da carga horária de 30 horas, que foi votado no mesmo dia em sessão ordinária, foi aprovado, mas a tramitação está parada.
A extinção dos cargos de supervisor e orientador educacional será pauta para novos debates. De acordo com a Alerj, a Comissão de Educação da casa é contra a aprovação.
O presidente da Alerj, deputado Paulo Melo, ressaltou que “além dos avanços que foram possíveis nesta votação, vamos marcar, em 15 dias, uma reunião com o secretário de Ciência e Tecnologia e com o presidente da Faetec, para discussão sobre Plano de Cargos. Iniciaremos também, no âmbito das comissões de Educação e de Servidores Públicos, a discussão sobre a questão orçamentária”.
Com informações das agências


