A mobilização que reuniu farmacêuticos e estudantes de Farmácia, nesta segunda-feira, 17, no centro de São Paulo marca uma nova fase para a categoria farmacêutica.
Organizado pelo Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (SINFAR-SP), o ato contou com o apoio da Federação Nacional dos Farmacêuticos (FENAFAR) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), representada por seu vice-presidente, NIvaldo Santa, e Gilda Almeida, secretária adjunta de Finanças da CTB e diretora de Formação Sindical do Sinfar.

Nivaldo Santana e Gilda Almeida levam apoio às reivindicações da categoria
O Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) também esteve representado no evento. “Este é um momento histórico e marcante para o movimento sindical farmacêutico em São Paulo. Demonstramos nossa capacidade de organização e de mobilização da categoria”, comenta o Dr. Paulo Teixeira, presidente do SINFAR-SP, que completa. “Todos os farmacêuticos e farmacêuticas, bem como os estudantes presentes, estão de parabéns por terem aceitado a convocação decidida em assembleia.”
A realização do movimento foi proposta pelos farmacêuticos na última Assembleia realizada no dia 4 de outubro em prol de um salário digno, melhores condições de trabalho e valorização da profissão. Os farmacêuticos mantiveram a reivindicação aos Sindicatos Patronais de reajuste salarial de 10%, piso salarial de R$ 2.500,00 e vale refeição diário no valor de R$ 15,00, após recusarem a proposta do Sincofarma e Sincamesp de reajuste de 8%.
A concentração inicial aconteceu em frente à sede do SINFAR-SP, na Rua Barão de Itapetininga, 255, reunindo vários farmacêuticos e estudantes de Farmácia. Em marcha puxada por apitos e buzinas, os manifestantes deslocaram-se pelas ruas do Centro e nova concentração foi feita em frente à sede do Sincofarma, onde apresentaram suas reivindicações.
“Todos contribuíram de forma destacada e decisiva para esta luta democrática que o Sinfar empreende na busca por melhores condições de trabalho e melhor remuneração para o farmacêutico”, aponta Teixeira.

O Sinfar alerta a quem não pode participar, que fica a convocação e o convite para se unir e participar de outras mobilizações. “Só a união dos farmacêuticos garantirá conquistas coletivas para a categoria. Além da busca por salários justos, o evento representa um passo importante na valorização da profissão e melhores condições de trabalho”.
Fonte: Adriana Gonçalves – SINFAR-SP


