Lideranças do Sinfa-RJ tomam posse na nova diretoria da Condsef

Na noite da última sexta-feira (17) aconteceu no Clube dos Previdenciários, em Brasília, a cerimônia de posse da nova diretoria da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) para o período 2014-2017.

O Sindicato dos Servidores Civis do Ministério da Defesa (Sinfa-RJ), filiado à CTB, conquistou três cargos estratégicos que possibilitarão uma maior expressividade do sindicato dentro da Confederação que, atualmente, representa 80% dos servidores públicos federais.

sinfa-dirigentes3Dirigentes do Sinfa-RJ são empossados no Condsef

O presidente do Sinfa-RJ, Luis Claudio de Santana, a vice-presidente, Marcia Ferreira, e a secretária geral, Arlene Carvalho ocuparão, respectivamente, os cargos de titular da secretaria de imprensa e comunicação, adjunta da secretaria de relações internacionais e titular do Departamento de Pessoal Civil dos Órgãos Militares (DOMC).

De acordo com Luis Claudio de Santana “os cargos conquistados na diretoria nacional e no DOMC são frutos da parceria entre o Sinfa-RJ e a Condsef. Já conseguimos importantes vitorias como a GQ e continuaremos a lutar, sem descanso, pelo PGPE”, afirmou.

Em defesa da categoria

sinfa rj ctbOs dirigentes são recepcionados pelo presidente da CTB, Adilson Araújo

Em visita à sede da CTB, Luiz Cláudio, e o secretário Jurídico do Sinfa, Joerdson de Oliveira, destacaram as bandeiras prioritárias para 2014 para o Sinfa-RJ. “A principal discussão diz respeito às carreiras existentes dentro do Ministério da Defesa, com destaque para a tecnologia militar. Defendemos a inclusão dos servidores do Plano Geral do Poder Executivo (PGPE), que trabalham dentro das organizações de tecnologia e não foram incluídos”, destacou Cláudio, ao lembrar que ainda falta priorizar a valorização dos servidores públicos. 

Os servidores chamam a atenção para a precarização dos serviços públicos federais com a desvalorização dos trabalhadores, terceirização e falta de investimentos.

Os servidores públicos federais reclamam ainda que não têm data-base ou negociação coletiva. Isso permite ao governo arrochar os salários e obrigar os servidores a passar longos anos sem qualquer aumento ou mesmo reajustes para recompor as perdas inflacionárias. Até mesmo o direito à greve está ameaçado por um projeto de lei no Congresso que deve ir à pauta em fevereiro.

“Pela Condsef, uma das bandeiras defendidas é a correção das distorções salariais, que têm uma defasagem de 100% em relação à outras. Isso se aplica mais principalmente à área administrativa, que não é valorizada pelo governo. Inclusive já temos um indicativo de greve para março, em defesa das distorções salariais”, revela o dirigente.

Portal CTB com Sinfa-RJ

 

 

Fonte: Priscila Rodrigues

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.