Primeiro dia da Assembleia dos Povos do Mundo terá debates sobre integração regional, soberania e desenvolvimento

Foto: reprodução.

A abertura da Assembleia dos Povos do Mundo – O Mundo Novo: América Latina e a Construção do Futuro Compartilhado, que acontece entre os dias 15 e 18 de junho, em Salvador (BA), será marcada por uma intensa programação de debates sobre os desafios e perspectivas da América Latina e do Caribe diante das transformações políticas, econômicas e sociais do cenário internacional.

Reunindo lideranças políticas, representantes de movimentos sociais, sindicalistas, estudantes, intelectuais e ativistas de diversos países, o primeiro dia do encontro deve concentrar discussões estratégicas sobre a construção de um projeto comum para a região, fortalecendo a integração entre os povos e a defesa da soberania nacional.

Entre os temas centrais da programação estão os desafios da integração latino-americana em um mundo multipolar, o papel dos movimentos sociais na construção de alternativas ao modelo econômico dominante e a necessidade de ampliar a cooperação entre os países do Sul Global. Os debates também abordarão questões relacionadas ao desenvolvimento sustentável, à justiça social e ao combate às desigualdades.

Outro eixo importante das discussões será o fortalecimento da democracia e da participação popular nos processos de decisão política. Especialistas e lideranças convidadas devem compartilhar experiências e propostas voltadas à ampliação dos direitos sociais, à valorização do trabalho e à construção de políticas públicas capazes de responder às demandas da população.

A programação do primeiro dia ainda reserva espaço para reflexões sobre os impactos das mudanças geopolíticas globais, a defesa da paz, a solidariedade internacional entre os povos e o papel da América Latina na construção de uma nova ordem mundial baseada na cooperação e no desenvolvimento compartilhado.

A Assembleia dos Povos do Mundo integra a programação da Cúpula Pública Mundial – América Latina e Caribe e busca consolidar um espaço permanente de diálogo e articulação entre organizações populares, entidades sindicais, movimentos estudantis e representantes da sociedade civil comprometidos com a construção de um futuro mais justo e democrático para a região.

Com expectativa de reunir participantes de diversos países, o encontro reforça a importância da unidade dos povos latino-americanos na defesa da soberania, dos direitos sociais e da integração regional.

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